Olá meus queridos,
O blog está de casa nova! E pra comemorar essa mudança de ares, convido-os a tomar um chá comigo. Vamos? Estarei esperando a visita de vocês ansiosamente! Anotem ai meu endereço:
http://amorcomborra.wordpress.com/
Não é maravilhoso?
terça-feira, 29 de julho de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Casa Nova
Olá meus queridos,
Estou passando para contar uma pequena novidade. Em breve estaremos de casa nova! É isso mesmo, estou ajustando o novo blog, que acredito irá ser muuuito melhor que este. Estamos experimentando, e como tudo na vida temos 50% de chances de dar certo e outras 50% de dar errado. Mas o que não podemos é ter medo de arriscar, não é mesmo?
Então logo logo, volto com o novo endereço. Combinado?
até breve!
bjs
Estou passando para contar uma pequena novidade. Em breve estaremos de casa nova! É isso mesmo, estou ajustando o novo blog, que acredito irá ser muuuito melhor que este. Estamos experimentando, e como tudo na vida temos 50% de chances de dar certo e outras 50% de dar errado. Mas o que não podemos é ter medo de arriscar, não é mesmo?
Então logo logo, volto com o novo endereço. Combinado?
até breve!
bjs
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Foi de repente
"Então de repente, vem aquela pessoa… quando você menos espera, e te deixa sorrindo a toa…"
Renato Russo
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Por que você ama quem você ama?
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os
honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à
porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não tem a maior vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte para mim.
Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar (ou quase). Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém. Com um currículo desse, criatura, por que diabo está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito do amor da sua vida!
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não tem a maior vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte para mim.
Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar (ou quase). Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém. Com um currículo desse, criatura, por que diabo está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito do amor da sua vida!
Martha Medeiros
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Metade
Que a
força do medo que tenho
Não me
impeça de ver o que anseio;
Que a
morte de tudo em que acredito
Não me
tape os ouvidos e a boca;
Porque
metade de mim é o que eu grito,
Mas a
outra metade é silêncio...
Que a
música que eu ouço ao longe
Seja
linda, ainda que tristeza;
Que a
mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que
distante;
Porque
metade de mim é partida
Mas a
outra metade é saudade...
Que as
palavras que eu falo
Não sejam
ouvidas como prece
E nem
repetidas com fervor,
Apenas
respeitadas como a única coisa que resta
A um
homem inundado de sentimentos;
Porque
metade de mim é o que ouço
Mas a
outra metade é o que calo...
Que essa
minha vontade de ir embora
Se
transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que
essa tensão que me corrói por dentro
Seja um
dia recompensada;
Porque
metade de mim é o que penso
Mas a
outra metade é um vulcão...
Que o
medo da solidão se afaste
E que o
convívio comigo mesmo
Se torne
ao menos suportável;
Que o
espelho reflita em meu rosto
Um doce
sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque
metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra
metade eu não sei...
Que não
seja preciso mais do que uma simples alegria
para me
fazer aquietar o espírito
E que o
teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque
metade de mim é abrigo
Mas a
outra metade é cansaço...
Que a
arte nos aponte uma resposta
Mesmo que
ela não saiba
E que
ninguém a tente complicar
Porque é
preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque
metade de mim é platéia
E a outra
metade é canção...
E que a
minha loucura seja perdoada
Porque
metade de mim é amor
E a outra
metade... também.
Oswaldo Montenegro
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Sem lugar no mundo
Meus olhos já estão cansados de tanto derramar lágrimas, mas elas
insistem em sair. Acho que estão fazendo uma pequena faxina lá dentro de mim...
Muita coisa mudou, incrível como as coisas conseguem virar ao
avesso em um pequeno espaço de tempo. Me sinto sem chão, essa é a verdade. Até
os sorrisos - quem diria - me parecem sem jeito. Vejo essa gente toda tocando a
vida, as pessoas preocupadas com o trabalho, com a roupa, com o cabelo e eu
aqui de repente achando isso tudo tão fútil. Vejo essa gente toda sorrindo e
cantando, como se tudo fosse um mar de rosas, e eu aqui me sentindo sem
lugar... é estranho, e egoísta ao mesmo tempo.
Não posso querer que as pessoas compartilhem da minha dor, mas
elas também não devem exigir que eu participe de sua alegria.
E tô assim poxa,
sem graça com a vida. To querendo sossego, aconchego. Hoje só quero paz, só quero que o dia termine...bem,
do jeito que for. Mas que termine. Hoje eu não quero olhar nos olhos de ninguém,
não quero verdade. Quero que mintam pra mim, dizendo que vai ficar tudo bem, que
tudo passa. Queria um abraço apertado, saber que me ama tanto quanto o amo...
Só precisava que me pedisse pra ficar.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
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